09
fev 2011
A liberdade é a maior riqueza que podemos possuir;
Desde o simples ato de pensar, até o complexo ato de agir.
É quando voamos!
A alegria é a magia variando dia após dia.
Se ela bestializa? ...? Quem sabe? Só sei que grita.
É quando acordamos!
A incerteza eu não sei bem...
Nem o mau do além de seu aquém
E ela está? Quem saberá!
É quando paramos!
Esperança é a criança que confia ansiosa “o possível”;
E inocentemente ávida o impossível.
É quando sorrimos!
Sexo é outra coisa,
É mais que gênero:- prazer efêmero.
É a epifania consumada na intimidade dos corpos.
O sal purifica os poros e decifra mistérios;
É o ópio da sensação devorando a razão enquanto grita impropérios.
É quando gozamos!
Saudade é diferente: plural, complicada.
A distância é doença para quem é intenso.
Um vazio sofrido confundindo as jornadas.
Fuga desesperada de qualquer argumento.
É quando sofremos!
Morte – para quem vive é o fim da presença;
E o que fica deveras é ausência, mais presente que o dia que há.
Uma fada envelhecida, desencantada, perdida.
Por não saber eternizar...
Ainda vivemos!
Desde o simples ato de pensar, até o complexo ato de agir.
É quando voamos!
A alegria é a magia variando dia após dia.
Se ela bestializa? ...? Quem sabe? Só sei que grita.
É quando acordamos!
A incerteza eu não sei bem...
Nem o mau do além de seu aquém
E ela está? Quem saberá!
É quando paramos!
Esperança é a criança que confia ansiosa “o possível”;
E inocentemente ávida o impossível.
É quando sorrimos!
Sexo é outra coisa,
É mais que gênero:- prazer efêmero.
É a epifania consumada na intimidade dos corpos.
O sal purifica os poros e decifra mistérios;
É o ópio da sensação devorando a razão enquanto grita impropérios.
É quando gozamos!
Saudade é diferente: plural, complicada.
A distância é doença para quem é intenso.
Um vazio sofrido confundindo as jornadas.
Fuga desesperada de qualquer argumento.
É quando sofremos!
Morte – para quem vive é o fim da presença;
E o que fica deveras é ausência, mais presente que o dia que há.
Uma fada envelhecida, desencantada, perdida.
Por não saber eternizar...
Ainda vivemos!
À Sidney Duarte
In Memoriam
In Memoriam
para sempre em meu coração.
Revisão e pitacos: Lisa Bastos.

Este é um trabalho de Jaqueline Zanetti e está licenciado por Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Não a obras derivadas License.
Baseado em um trabalho para o blog Rota Psicodélica.